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Começo por dizer que o texto que se segue não é dirigido a ninguém em particular, mas a todos aqueles que interpretaram mal as minhas palavras.
Acabei de ler o seu texto e sinto-me no dever e também no direito de esclarecer algumas dúvidas que possam existir. O conceito de liberdade é muito amplo e, como tal, quando afirmei que denoto alguma falta de liberdade em Seia, não me referia a nível político e muito menos partidário. Não tenho qualquer tipo de contacto directo com a vida partidária do nosso concelho e, portanto, não me posso pronunciar. Se o fizesse, aí sim estaria a falar sem saber.
Quando me refiro a falta de liberdade, falo unicamente na nossa esfera social. E falo com conhecimento de causa. Estive presente em inúmeras ocasiões onde pude comprovar que não se pode fazer isto ou aquilo porque fulano x não se dá com fulano y. Chamem-lhe conflito de interesses, “politiquices” ou “marretices”, mas a verdade é que estes atritos retiram liberdade às iniciativas. Principalmente àquelas vindas de jovens como eu, que se vêm muitas vezes inibidos por causa de relações tempestuosas que nada nos dizem respeito.
Por acaso fui eu o entrevistado. Por acaso fui eu que tive a coragem de dizer o que disse. Lanço um desafio: perguntem a mais jovens senenses se sentem o mesmo, mas apenas àqueles que não carregam com o fardo da censura partidária.
Devo dizer ainda que, felizmente, nunca dependi de nenhum partido político e nem sequer me sinto na obrigação de “pensar” segundo ideais alheios.
Tudo o que dizia era o que pensava, achando-me um privilegiado por poder dizer o que sentia, sem ferir susceptibilidades. Agora não tenho tanta certeza…
O facto de ter dado a minha opinião, numa entrevista, e ela estar a ser questionada, isso não demonstrará alguma falta de liberdade de expressão?
Se a minha tirada foi infeliz ou inocente, não estarão a demonstrar alguma falta de abertura a opiniões diferentes? Será esta é a melhor maneira de lidar com as opiniões dos jovens de Seia?
Esta forma de reagir também me dá o direito de pensar que houve uma certa ligeireza no julgamento e demonstrou que não houve qualquer tipo de preocupação em saber o porquê do que foi dito.
Apesar de tudo, continuo a pensar que existe alguma falta de “liberdade” em Seia.
Com os melhores cumprimentos
Luis Monteiro
O Cine’Eco 2008 – Festival Internacional de Cinema de Ambiente tem neste momento a decorrer o processo de inscrições para os filmes a concurso.
Segundo o Regulamento publicado no site oficial do Festival, as inscrições estão abertas até 31 de Agosto, enquanto que o prazo para entrega das cópias termina a 15 de Setembro.
O Cine’Eco, que vai na sua 14ª edição, decorrerá de 18 a 25 de Outubro nos complexos da Casa Municipal da Cultura de Seia e do Centro de Interpretação da Serra da Estrela (CISE) e à semelhança de anos anteriores, contará com um grande número de documentários a concurso, oriundos dos quatro cantos do mundo.
Este ano o Júri Internacional será presidido por Carlos Diegues, realizador brasileiro, de quem serão apresentados num ciclo de homenagem, os filmes: “O Maior Amor do Mundo”, “Tieta do Agreste”, “Veja esta Canção”, “Um Trem para as estrelas”, “Cinco vezes Favela”, entre outros.
Para o Júri estão igualmente confirmadas as presenças da actriz espanhola Uxia Blanco, do Director de Cinemas Digitais da Galiza Anxo Snatomil, da Secretária de Estado da Cultura de Goiás (Brasil) Linda Moreira e de Otelo Saraiva de Carvalho.
O programa do festival contemplará ainda, à semelhança de anos anteriores, vários ciclos de cinema e um conjunto de actividades paralelas, das quais se destacam uma Conferência sobre “Desenvolvimento Sustentável”, um Workshop – “Filmar o Ambiente”, exposições, um concerto com Rodrigo Leão na abertura do Festival e um concerto no encerramento com “Vivianne” (ex - Entre Aspas).
Entre outros, são ainda parceiros da edição deste ano do Cine'Eco a RTP, o ICA - Instituto de Cinema e Audiovisual, EDP e Império Seguros.
A Direcção do Festival
Mário Jorge Branquinho
Tlm. 96 486 25 21
www.cineeco.org
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8 curtas-metragens
Bilhetes- Normal: 2,5 €uros
Com Cartão Municipal: 1,25 €uros
Com a assinatura da Associação Nacional de Jovens Formadores e Docentes (FORDOC), que tem sido nos últimos anos a entidade organizadora dos maiores eventos publicitários realizados nosso país, o PUBLI… CINEMA – THE HIRE é um projecto que conta com a passagem integral das 8 curtas-metragens da estratégia “BMW film séries”. O evento, com apresentação conjunta de Paulo Antunes e Pedro Motta da Silva (que dividem os seus comentários entre a publicidade e o cinema), teve a sua estreia, em formato workshop, no Auditório FNAC de Coimbra e chega agora a grandes espaços de apresentações públicas.
in site da Casa Municipal da Cultura de Seia
A Câmara Municipal de Seia através da Divisão de Cultura, Educação e Desporto vai levar a efeito o programa “Julho em Férias”, com vista à ocupação saudável dos tempos livres dos jovens do concelho.Recebido por e-mail

Já estão abertas as inscrições para a 2ª Mostralíngua – Mostra Internacional de Cinema em Língua Portuguesa que será realizada em novembro de 2008 em Coimbra - Portugal.
O sucesso da iniciativa da primeira edição contou com a exibição de 30 filmes, sempre com as sessões lotadas, e a presença dos realizadores do cinema lusófono. Foram atribuídos 8 prémios e 3 Menções Honrosas.
Nesta segunda edição poderão inscrever‐se curtas‐metragens experimentais e ficções (máx. 30 min)e documentários (máx. 60 min), produzidos após janeiro de 2006.
Serão atribuídos prémios nas categorias de: Melhor Curta‐metragem ficção, Documentário, Guião, Fotografia, Banda Sonora, Montagem e Melhor Actor/Actriz.
Os regulamentos podem ser encontrados em www.mostralingua.org
As inscrições podem ser feitas até o dia 24 de outubro.
Para informações adicionais mostralingua@gmail.com
Aguardamos o seu filme!!!
Recebido por e-mail

Em Jerusalém, uma repórter da TV vai ao muro das lamentações para entrevistar um velho palestiniano. Chega ao local, e vê-o a rezar. Depois de uma hora, o ancião pára de rezar e quando se prepara para deixar o local, ela aborda-o:
- Bom dia, senhor! Eu sou da TV AL JAHZIRA e queria entrevistá-lo. O senhor é a pessoa mais antiga que vem diariamente rezar aqui no muro. Há quanto tempo o senhor vem aqui para rezar?
- Ahh... Há uns 80 anos - responde o senhor.
- 80 anos?! E, durante todos estes anos, o senhor rezou a pedir o quê?
- Rezo pela Paz entre judeus, muçulmanos e cristãos, rezo para que o ódio pare e que nossos filhos cresçam juntos em Paz e Amizade.
- E como se sente após 80 anos de orações diárias?
- Sinto-me como se estivesse a falar com uma parede...
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"Uma professora de francês da Escola Secundária Carolina Michaelis, no Porto, foi brutalizada, em plena aula, quando tentava tirar o telemóvel a uma aluna.Os restantes alunos assistiram e filmaram. O vídeo foi difundido no YouTube, mas hoje depois de ter sido tornado público, foi removido do YouTube."
in Expresso online
O vídeo chega a ser arrepiante não só pelo acto de violência, mas, pior ainda, por ser um infeliz exemplo daquilo que se passa nas escolas do nosso país. A relação entre professores e alunos está mais degradada do que nunca. Serão os professores os culpados? Não! Acredito plenamente que comportamentos como aquele são um reflexo da nossa sociedade, cada vez mais violenta e sem princípios.
E qual é o papel dos encarregados de educação no meio disto tudo? Quer-me parecer que o crescente afastamento dos pais - e familiares próximos - na educação das crianças esteja a contribuir para o surgimento de situações semelhantes. E o mais assustador é que a situação tende a piorar. Daqui até à selvajaria é só um passo.
Diz-se por aí que a educação em Portugal vive dias difíceis. Infelizmente, estou cada vez mais convicto de que a forma como os adolescentes encaram a escola - e tudo o resto - deve-se à sua educação (ou falta dela!) em casa. Os professores tornaram-se num alvo incrivelmente fácil.
ALMOÇO/CONVÍVIO DE FORMADORES
12 DE ABRIL DE 2008
Couvert:
- Pão, azeitonas temperadas e manteiga;
· Sopa:
- Creme de cenoura;
· Prato a escolher (um por pessoa):
- Bacalhau com natas, bifinhos com cogumelos, e vegetariano;
· Bebidas:
- Agua, refrigerantes, imperial, sangria e cafe;
· Sobremesa:
- Semi-frio de bolacha;
Preço por pessoa: 12.50€
Inscrições pelo e-mail apfp.geral@gmail.com.
(Mencionar o número de formadores e acompanhantes)
A Comissão Instaladora da APFP
Sou fã do "Monopólio" desde os tempos de criança. Recordo-me de passar serões inteiros com os meus pais a "coleccionar bairros" e "comprar hotéis". E, modéstia à parte, jogava bastante bem. Pelo menos era o que eu pensava.

Recebi há dias a petição on-line "PELA TRAVESSIA, POR TÚNEL, DA SERRA DA ESTRELA". Li a petição e consultei os links indicados, especialmente o Relatório Ambiental, que tenho a certeza muitos de vós não leram, tendo mesmo assim assinado a petição. Se tivessem tido esse trabalho dar-se-iam conta que enquanto a dita petição afirma que "A solução dos túneis, considerada no Cenário B, é a que melhor satisfaz as populações na transposição da Serra da Estrela no que se traduza em rapidez, conforto, segurança, e consequentes níveis de poupança de combustível, libertação de CO2 e poluição" enquanto que o relatório ambiental realça claramente "o peso do cenário B (Túneis) que evidencia, como seria de esperar, o pior comportamento [em qualidade ambiental] e, inversamente, o cenário C que denota ser aquele que induz menores efeitos negativos, diferenciando-se dos outros, em particular, ao nível dos Recursos e Riscos". Sendo verdade que "no domínio das acessibilidades o cenário B apresenta melhor desempenho", o relatório diz ainda que neste domínio as questões de segurança se aplicam apenas ao cenário B. Ainda no Relatório Ambiental constata-se que " ... no que respeita a análise da Rentabilidade Económica, verificam-se os efeitos muito negativos do cenário B, associados inevitavelmente aos custos que envolve (cerca do dobro de qualquer um dos outros), enquanto os cenários A e C vêem a sua sustentabilidade financeira garantida."
Concluindo " ... torna-se evidente que o cenário B é muito extremado, apresentando desempenhos muito positivos mas também muito negativos em aspectos que são estruturantes e têm um peso estratégico na decisão (Ambiente e Rentabilidade Económica). Pelo contrário, os cenários A e C, traduzem um comportamento globalmente muito equilibrado e viável do ponto de vista financeiro, ainda que o último se destaque pontualmente ao nível da sua capacidade de dinamizar a economia regional e evidencie menores impactes nos recursos, factores que merecem relevo numa lógica de desenvolvimento sustentável."
Posto isto, peço a todos os interessados nesta matéria, que antes de assinarem qualquer petição ou formarem uma opinião sobre o assunto, se informem e leiam os pareceres técnicos, por forma a formarem um opinião devidamente fundamentada.
Autora: Raquel Gonçalves Mendes

